CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO


Identificação da Unidade Educacional


Nome: CENTRO DE ACOLHIDA ESPECIAL PARA FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE RUA - CAE

CNPJ: 02.627.820/0013 - 77

Rua: Paranaguá, 2.074 – Ermelino Matarazzo – SP

CEP: 03071 — 080

Telefone: (11) 2368 - 7940

E-mail: gerencia.caef.samaritano@gmail.com

Facebook: CAE


CAPACIDADE DE ATENDIMENTO

80 pessoas ambos os sexos


FUNCIONAMENTO

24 hs


Os Centros de Acolhida (CA) que compõem a maior parte de rede de serviços para abrigar essa população não preveem o atendimento de casais com ou sem filhos, uma vez que a unidade de atendimento é a “vaga”. A atual diversificação da rede de serviços de SMADS, com os Centros de Acolhida Especiais, e novos programas criados em parceria com outras secretarias, ainda abrigam uma proporção relativamente pequena de famílias com ou sem filhos.

Na composição do grupo “família em situação de rua” foram consideradas as pessoas que declararam estar vivendo com algum familiar nos centros de acolhida ou nas ruas. São pessoas que conseguiram manter, total ou parcialmente, os vínculos familiares anteriores ou que, na rua, constituíram novos laços familiares/afetivos. Para a caracterização das condições de vida do grupo familiar foram selecionadas algumas das informações levantadas na pesquisa, relacionadas aos seguintes temas: perfil demográfico; centros de acolhida e rua; tempo de rua e idade com que foram para a rua; trabalho e renda; saúde e uso de álcool e drogas; cidadania e percepção sobre saída da rua.

Perfil das pessoas que atualmente vivem com a família Do ponto de vista demográfico, alguns aspectos diferenciam esse grupo do restante da população em situação de rua. As mulheres participam em proporção expressiva (51% entre os acolhidos e 38% na rua)1, bem superior à média verificada para o total da população em situação de rua (12%), indicando que grande parte das famílias é formada por mulheres acompanhadas por seus filhos e/ou cônjuge. Trata-se de um grupo relativamente jovem em que cerca de 70% têm até 40 anos. A idade média dos acolhidos é 38 anos e dos de rua, 37 anos, com significativa participação dos adultos jovens até 30 anos (28% e 26%) e menor presença dos mais velhos com 50 anos e mais (15% e 11%).

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